Pedestres…

Ao observar a movimentação dos transeuntes, refleti sobre a vida de cada pessoa que por ali anda, caminha ou “flana”, como trata Baudelaire. Cada pedestre, em seu vai e vem, simultaneamente, está conduzindo o seu destino e seu futuro. Vejo beleza nesses andarilhos, por essa razão, tornaram-se alvos do meu trabalho, sejam os que correm contra o relógio, ou simplesmente os conhecedores das ruas, que passeiam sem pressa e sem destino.